O poker acordou órfão. No norte do Texas, na cidade que virou seu apelido, Thomas Austin Preston Jr, o "Amarillo Slim" faleceu. O lendário jogador deixa três filhos, uma legião de fãs e muitos trouxas por aí.
Em 1972, "Amarillo Slim" se tornou o segundo vencedor do Main Event da World Series of Poker (WSOP). O jogador voltaria a receber o tão sonhado bracelete mais três vezes, em 1974, 1985 e 1990.
Além dos títulos conquistados, ele ficou eternizado por suas participações em programas de televisão, e por ter jogado poker com dois presidentes dos Estados Unidos, Lyndon Johnson e Richard Nixon. No ano de 1992, foi a vigésima primeira pessoa a entrar no Hall of Fame do Poker.
Conhecido também por ser um grande apostador, "Amarillo Slim" jamais usou da covardia. Na sua visão, ele não era um apostador qualquer e por isso merecia grandes desafios. Sempre que tinha a oportunidade dizia, “Nunca saio em busca de um trouxa. Eu procuro um vencedor, e faço dele um trouxa”.
E foi assim, sem medo de perder, que ele derrotou campeões do mundiais, enfrentou mafiosos e ganhou muito dinheiro.
"Amarillo Slim" também fez fama no bilhar, e chegou a se apresentar para as tropas americanas quando estava no exército. Foi ali, no serviço militar que ele teve o seu primeiro contato com o poker, fato que mudaria a sua história e a do esporte.
"Amarillo Slim" contou a história da sua vida no livro, "O Grande Malandro", a venda no site da Raise Editora.
Mais sobre "GERAL"